Edição Américas 2017

Em 2017, o “Festival Cultural Pangeia – edição Américas” foi realizado entre outubro e novembro no CEU Vila Rubi com um mês de atividades. Além das ações do CEU Vila Rubi promovemos workshops no CEU Quinta do Sol na zona leste. Novamente com patrocínio do Programa VAI I, foi possível realizar mais uma edição. Como no ano anterior, seguimos com
a mesma proposta, agora maior, ampliando para a cultura popular dos países das Américas em geral. Nessa edição contamos com 10 workshops e 18 apresentações de diversas linguagens de artistas de vários países diferentes como Haiti, Cuba, Bolívia, Brasil,

Venezuela, Colômbia, Costa Rica, Paraguai, Chile, Equador, Argentina e Peru. O bate papo foi relacionado ao tema; “Somos Latinos? Somos Latinos!” com presença de Eliezer Teixeira - Artista e Historiador da Cultura Popular Brasileira, Jenny de La Rosa – Gestora e Pesquisadora, Jennifer Anyuli – Coordenadoria de Políticas Públicas para o Imigrante e Oriana Jara – Presidente do PAL (Presença da América Latina). Realizamos em parceria,
mais uma edição do Sarau das Américas junto ao Festival Pangeia, com exibição de curtas,
Live Paint, Djs Gabriela Pensanuvem, Montoya e Pancho Valdez, Exposição Origens#2, exibição do curta “Cracolândia – o caminho das Pedras” seguido de bate papo com a diretora Bianca Vasconcellos e convidados, barracas de artesanato, vestuário e alimentação. Ao todo recebemos um público de 3 mil pessoas envolvidas direta e indiretamente.

Edição América do Sul 2016

Foram vários coletivos somando e auxiliando na realização do festival, estabelecemos laços e parcerias com vários grupos de vários lugares, principalmente da região. O Centro Cultural Grajaú e toda sua equipe, o coletivo Quebramundo de audiovisual, o PAL – Presença da América Latina e o Coletivo Tpaint Crew foram alguns dos parceiros que auxiliaram de diversas formas no festival. Fortalecemos e criamos vínculos de amizade e parcerias produzindo o Festival Pangeia, além de todas as pesquisas que estamos desenvolvendo serem enriquecedoras para cada integrante e equipe envolvida.

No geral foram 6 workshops de linguagens diferentes; Produção cultural com Jonaya de Castro, Artesanato típico do Chile “Arpilleiras” com Ines Fuentes, Grafitte com coletivo TPaint Crew, Tango com Emília Andrada e Benjamin Galian, Intensivo de Fotografia com Bianca Vasconcellos e Capoeira com o educador Klayson. Na mesa de bate papo utilizamos como tema norteador; “Políticas Públicas Culturais na América do Sul” com a presença dos convidados Oriana Jara do PAL (Presença da América Latina), Gil Marçal da Secretaria Municipal de Cultura, Viviana Penã do CRAI (Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes) e a mediadora Jonaya de Castro do Coletivo Lab.E e Inspirador. Organizamos a exposição coletiva "Origens" com 14 artistas reunidos de diversas linguagens diferentes, 4 atrações musicais, 12 apresentações feitas por grupos e artistas de diferentes linguagens como Quinchamalí - Chile, Alma Guarani- Paraguai, Cia da Vila e Cambona-Brasil, Tinkus San Simón e Salay – Bolívia, Ritmos Peruanos-Peru e Cia Charme Tango-Argentina.   Fizemos em parceria a realização de um sarau com o Sarau das Américas e exibição de curtas na praça com parceria do Coletivo Quebramundo. Além de todas essas ações promovemos durante a semana do festival a exibição do curta metragem da diretora Bianca Vasconcelos do Canal Brasil “Por que o Brasil é o País que mais mata Transexuais?” seguido de bate papo com convidados e o público em geral. Ao todo tivemos envolvidos, direta e indiretamente, um público de aproximadamente 2 mil pessoas.

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